03 FEV 2025
Escolas se mobilizam contra a dengue em campanha nacional
Começou nesta segunda-feira (3) a campanha "Mobilização Nacional nas Escolas: Combater o Mosquito e Promover Saúde no Território", iniciativa conjunta dos Ministérios da Educação (MEC) e da Saúde. A ação tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância do combate ao mosquito Aedes aegypti e da prevenção das doenças transmitidas por ele, como dengue, chikungunya e zika.
De acordo com o MEC, a mobilização acontecerá ao longo de dez semanas em todas as redes de ensino e também na área da saúde. As atividades serão coordenadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE), com envolvimento direto de gestores educacionais e profissionais da saúde para estimular ações em cada território.
Fases da Mobilização
A campanha foi estruturada em quatro fases, cada uma com ações específicas para potencializar o impacto da iniciativa:
🔹 Preparação (1ª e 2ª semanas): As equipes locais do PSE irão planejar as atividades nas escolas e unidades de saúde, incluindo vistorias para identificação e eliminação de focos do mosquito.
🔹 Sensibilização (3ª e 4ª semanas): Serão realizadas palestras, rodas de conversa e distribuição de materiais educativos para conscientizar alunos, professores e funcionários sobre a importância da prevenção da dengue.
🔹 Engajamento (5ª a 8ª semanas): As escolas promoverão ações práticas, como gincanas, teatros e jogos interativos, para envolver os estudantes na luta contra o mosquito. Além disso, haverá ampla divulgação nas mídias locais para engajar a comunidade.
🔹 Avaliação e encerramento (9ª e 10ª semanas): A fase final será dedicada à análise dos dados epidemiológicos de cada município participante, registrando os casos notificados de dengue e os focos do mosquito. Relatórios serão elaborados para orientar futuras ações de combate à doença.
Com essa mobilização nacional, o governo espera ampliar o conhecimento sobre os riscos da dengue e reforçar a importância da prevenção desde a infância, tornando as escolas aliadas no enfrentamento ao Aedes aegypti.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil